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Osteoporose, uma doença tão perigosa quanto negligenciada no Brasil

A incidência da osteoporose

Mais comum em mulheres acima dos 45 anos, a osteoporose deixa os ossos frágeis e porosos, facilitando a ocorrência de fraturas no quadril, na costela e no colo do fêmur. É mais frequente durante a menopausa porque é nesta fase que acontece a queda de estrogênio, hormônio que controla a perda e o ganho da massa óssea, bem como a fixação do cálcio nos ossos. Homens também são atingidos, mas em menor escala e normalmente depois dos 60 anos. Isso porque a testosterona barra o desgaste ósseo.

Uma doença silenciosa

A doença age discreta e silenciosamente, sem provocar sintomas, mas promovendo uma degeneração óssea. O paciente só tem o diagnóstico depois de fraturar alguma parte do corpo ou quando, infelizmente, passa a fazer parte de uma estatística de 200 mil mortes por ano no Brasil. Recentemente a Organização Mundial de Saúde (OMS) definiu a osteoporose como uma doença tão perigosa quanto negligenciada e pouco diagnosticada no país.

Prevenindo a osteoporose

A adoção de hábitos saudáveis é o grande segredo para evitá-la. Como está nitidamente associada ao envelhecimento, a sugestão é que a prevenção seja feita ao longo da vida. Pois, uma vez que a osteoporose se instala, as medidas preventivas são insuficientes e só ganham força com a ajuda de medicamentos.

Evitar a ingestão abusiva de álcool, cigarro e medicamentos a base de corticoides ou cortisona são as principais providências. Também é fundamental conservar uma alimentação rica em cálcio, praticar atividades físicas regularmente, controlar a diabetes e fazer suplementação de vitamina D. 

Outra forma de prevenção é se submeter a exames de densitometria óssea a partir dos 45 anos no caso das mulheres e dos 60 anos no caso dos homens. Essa avaliação permite ver o osso por dentro e medir a densidade mineral, prevendo até o risco de fraturas. Ou seja, a medicina dá esperanças, mas precisamos fazer nossa parte!

Fonte: Medical Site 

03 de Outubro de 2019